FADO MÁFIA

BIOGRAFIA

O projeto Fado Máfia surge com o objetivo de criar novos contornos à herança tradicional que o Fado tem. É ousado porque surge em forma de banda, provocando outro olhar sobre a estética musical a que a história sempre nos revelou através do Fado de cariz tradicional. Musicalmente ele está amplamente presente da forma como sempre o entendemos, mas tanto a sua sonoridade, como a imagem com que se apresenta, procura aproximar as diferentes gerações a um lugar comum que é essa tradição fadista. Fado Máfia leva-nos para o Bairro, para as ruas de Lisboa, para a eternidade da noite, mas também para a ousadia e charme que o Fado sempre teve. 

  • O projeto Fado Máfia surge com o objetivo de criar novos contornos à herança tradicional que o Fado tem. É ousado porque surge em forma de banda, provocando outro olhar sobre a estética musical a que a história sempre nos revelou através do Fado de cariz tradicional. Musicalmente ele está amplamente presente da forma como sempre o entendemos, mas tanto a sua sonoridade, como a imagem com que se apresenta, procura aproximar as diferentes gerações a um lugar comum que é essa tradição fadista. Fado Máfia leva-nos para o Bairro, para as ruas de Lisboa, para a eternidade da noite, mas também para a ousadia e charme que o Fado sempre teve. 


    Diogo Rocha é o centro deste cenário cuja voz carrega, os vários lugares e dimensões da história do Fado, através da sua alma fadista e da emotividade com que canta, aproximando o passado e o presente do Fado, para deixar para o futuro, sendo o seu canto um fio condutor desses vários tempos. A produção é do guitarrista Mike11, que nos encaminha para uma reinvenção da sonoridade do Fado, dando à Guitarra Portuguesa, um lugar ainda mais central. Se por um lado temos através do som da sua guitarra a capacidade de ouvir este instrumento, como o ouvíamos nas décadas de 40,50, 60 do século XX, por outro lado esta sonoridade traz um enquadramento futurista e contemporâneo, pela irreverência do seu som, e do ambiente criado para fazer soar a Guitarra Portuguesa. A base instrumental completa-se com João Domingos na viola de fado, garantindo a ligação à tradição harmónica do género, e Francisco Gaspar no baixo, que acrescenta profundidade e uma dimensão rítmica ao projeto Fado Máfi

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